O outro que escreve sou eu. Faço-o desta vez para justificar o medo, para consolo da minha loucura, para salvar a realidade com um pouco de ficção. Embora o que tenho para dizer agora é apenas o contr...
Agora que o nosso Jornal de Monchique completa 30 anos e nos aproximamos de mais uma quadra Natalícia, recordo-me de exatamente há 30 anos ter constituído em Monchique com alguns grandes amigos, o Mar...
Por todo o lado vemos estrelas. É nas ruas, nas montras, até as pomos nas nossas casas. São arremedos da estrela anunciadora do nascimento de Jesus, a estrela que guiou os reis magos, vindos dos seus ...
Completaram-se no dia 20 de dezembro de 2015 TRINTA anos de publicação praticamente ininterrupta do Jornal de Monchique. Um feito histórico, pelo menos no contexto local e um feito heróico, atrevemo-n...
Uma das figuras emblemáticas de investigação e de divulgação de Eça de Queiroz, com mais de 30 títulos publicados, A. Campos Matos afoita-se agora a uma experiência ficcional que acaba por se constitu...
Findos os dias em Battambang, segui até à capital Phnom Penh numa viagem noturna num autocarro com o ar condicionado que parecia estar no máximo. Como capital asiática, Phnom Penh até é uma cidade de ...
«Foi por milagre que nasci profana». Fausto musico/compositor português Bruxelas acordou com sol, e o céu a espreitar querendo alegremente cumprimentar. Nada normal. Cinza é a cor desta bela cidade o...
Finalmente realizou-se, nos moldes atuais, o 1.º festival do medronho em Monchique, separado da feira do Presunto! Excelente iniciativa, excelente ideia de colocar o espaço “multibox” e só pecou por t...
O outro que escreve não é ele. Sou eu, um relógio sem horas que procura nos espaços e nas coisas um rasto de acontecimentos indigestos, restos de verdade que possam transformar as memórias que o tresp...










