O outro que escreve sou eu. Faço-o desta vez para justificar o medo, para consolo da minha loucura, para salvar a realidade com um pouco de ficção. Embora o que tenho para dizer agora é apenas o contr...

Agora que o nosso Jornal de Monchique completa 30 anos e nos aproximamos de mais uma quadra Natalícia, recordo-me de exatamente há 30 anos ter constituído em Monchique com alguns grandes amigos, o Mar...

Por todo o lado vemos estrelas. É nas ruas, nas montras, até as pomos nas nossas casas. São arremedos da estrela anunciadora do nascimento de Jesus, a estrela que guiou os reis magos, vindos dos seus ...

Finalmente realizou-se, nos moldes atuais, o 1.º festival do medronho em Monchique, separado da feira do Presunto! Excelente iniciativa, excelente ideia de colocar o espaço “multibox” e só pecou por t...

O outro que escreve não é ele. Sou eu, um relógio sem horas que procura nos espaços e nas coisas um rasto de acontecimentos indigestos, restos de verdade que possam transformar as memórias que o tresp...

Da bananeira nascem as bananas, mas é a banana que dá origem à palavra bananeira. Há imensas variedades de banana, sendo todas as bananeiras do género botânico Musa. Aí estará a razão por que Cavaco f...