A revolução de 25 de Abril de 1974 trouxe inegáveis avanços à sociedade portuguesa especialmente nas áreas em que a liberdade, os direitos alargados, os princípios democráticos permitiram começar a tr...
‘’Na minha vida há sempre um silêncio morto Uma parte de mim que não se pode Nem desligar, nem partir nem regressar’’ Sophia de Mello Breyner Andresen, in O Tempo Dividido Ela é a mãe. Simplesmente mã...
Depois de um longo dia de corrida seguiu-se o descanso, para permitir recuperar as pernas para o dia seguinte, já que tencionava visitar a aldeia vizinha de Chong Kneas e percorrer os quinze quilómetr...
É preciso não temer a liberdade para se oferecer a vida por ela. Cada um deve fazer o que se sente inspirado a fazer e essa é a beleza da liberdade. Foi assim com os resistentes à ditadura de Salazar ...
Comecei hoje o dia com uma pequena discussão, saudável, com um colega de trabalho transmontano. Dizia ele que castanhas em Portugal, só mesmo em Trás-os-Montes! Percebi perfeitamente que se tratava de...
O outro que escreve não sou eu. O que em mim é ato praticado, nele é ato inventado. O que eu aprisionei à vida, ele, livre dos meus impedimentos, teve a coragem de permitir à efabulação. O outro que e...
O sonho desfeito Na qualidade de cidadão encoberto pelo heterónimo Fernando Pronto Come, fui convidado a produzir um pequeno texto que se enquadre nas comemorações do 30º aniversário do Jornal de Monc...
“Nunca choraremos bastante quando vemos O gesto criador ser impedido Nunca choraremos bastante quando vemos Que quem ousa lutar é destruído’’ Sophia de Mello Breyner Andresen, in “Pranto pelo dia de h...










