“Nunca choraremos bastante quando vemos O gesto criador ser impedido Nunca choraremos bastante quando vemos Que quem ousa lutar é destruído’’ Sophia de Mello Breyner Andresen, in “Pranto pelo dia de h...
Até há pouco tempo, levando em linha de conta o que a generalidade da população tem sofrido com a austeridade, muito boa gente considerava a vitória do PS nas eleições como favas contadas. Porém, as d...
Como há dois anos não consegui visitar o Cambodja, aproveitei a desculpa para regressar, mais uma vez, ao sudeste da Ásia. A simpatia e humildade das pessoas e as suas civilizações milenares exercem s...
Ide bardamerda! “Encheram o céu de bandeiras mas só há duas nações – a dos vivos e a dos mortos”. Mia Couto uma criança de oito anos a disparar uma espingarda para matar quem o quer matar uma cr...
O outro que escreve não sou eu. As minhas memórias não contam no calendário dele. Lembra-se de mim, claro, mas não tem as recordações frescas, escreve-as sem conhecer o sabor das circunstâncias que as...
O ano de 1985 poderá ser recordado como um tempo de evolução. Surgiram os primeiros multibancos e o código de barras iniciado por 560. Falava-se apenas por telefone fixo e dizia-se adeus ao FMI que ti...
Verão terminado, os nossos filhos regressam às aulas, as folhas começam a cair das árvores, em alguns empregos discutem-se orçamentos para o próximo ano e eu não sei se hei-de escrever primeiro sobre ...
Em 1985… Os elementos da redacção do Jornal de Monchique tiveram a ideia de me perguntar que memórias eu tenho do ano de 1985. Isto veio a propósito da comemoração dos trinta anos de publicação ...
Nesta democracia há igualdades de tratamento em que umas são mais iguais que outras. Parece que ficou definitivamente arredada a hipótese de um debate alargado das candidaturas às eleições legi...










