Trinta e dois anos volvidos desde a primeira edição do Jornal de Monchique, os nossos leitores continuam a usufruir da leitura deste mensário, com regularidade e com o espírito de sempre. Contribuir p...
“Tive amigos que morriam, amigos que partiam Outros quebravam o seu rosto contra o tempo. Odiei o que era fácil Procurei-me na luz, no mar, no vento” Sofia de Mello Breyner in Mar Novo – Biografia Nov...
Quando terá sido? Ontem? Na semana passada? Em que mês, em que ano? O tempo fundiu a memória, fez das palavras do senhor Narciso um metal precioso de tal maneira incandescente, que, aos meus olhos, ai...
Desde tempos remotos que os nossos antepassados reconheceram e utilizaram os elementos da Natureza em seu benefício, tais como a madeira, a pedra e, posteriormente, os minérios/metais. Um pouco por to...
Dias após ter regressado da Irlanda, foi tempo para nova viagem na companhia do André, da Joana e da Sandra, para mais uns dias passados juntos, desta feita, em Budapeste. Saímos de Faro já ao final d...
Sem surpresas vemos o rosto bruto e feio da natureza humana. A pobreza é um negócio que dá grandes lucros. Os que dela se aproveitam são o seu capital. Por estas simples razões convém tê-la – à ...
Naquele momento, no próprio dia 9 de dezembro de 2017, tomei a decisão de que este seria o meu último texto para o jornal, no ano que se aproxima do fim. E não encontrei melhor razão para o escrever: ...
Depois de um período sabático de dois meses, onde não escrevi uma única linha para este espaço no Jornal de Monchique, regresso agora com uma perspetiva diferente daquela que me levou a escrever cerca...
O senhor Narciso está sentado num banco do jardim, refletido pelo lago de água verde, suja de patos. Está rodeado de frio, rodeado de silêncio, rodeado do excesso de vazio de si mesmo que o transforma...









