Tudo se passou como se passou. Agora, não vale a pena tentar contrariar. Não adianta fingir que é mentira. É escusado, porque não é restituindo à estátua a pedra que lhe foi retirada que se consegue c...
De Nazca rumei a Cusco, numa viagem de autocarro que deveria demorar doze horas, mas que demorou dezoito, sem que conseguisse chegar à cidade já que os acessos estavam cortados a uns doze quilómetros ...
“Senhores da casa grande, comprei um cartão para vos mandar à merda” Não é fácil viver acordado. Pareço uma lunática – ou pior, uma testemunha de jeová – e tenho de ter cuidados redobrados...
De regresso aos temas que me fizeram aceitar escrever mais umas edições deste espaço, “estórias” passadas em ambientes profissionais, deixo Almada em 1998, e sou nomeado sub-gerente do balcão do Monte...
Primavera, tempo de flores e de floreados. Flores que a natureza usa para presentear os seres humanos, antes de se tornarem frutos e renovarem os ciclos produtivos. Floreados que os poetas e os escrit...
Se as palavras caminham é porque têm sede e querem ser flor espaço e horizonte. Elas descobrem o seu corpo tocando o indivisível mas também são sombra de ser corpo sobre um muro branco. 1. ACENOS A sa...
Não obstante os barulhos habituais lançados pela rua, à porta de casa do senhor Narciso reinava uma paz natural, rotineira, à prova de imprevistos ou movimentos de última hora. Gostava de lá ir. Depoi...
Depois de uma longa viagem que me trouxe ao Peru e com uma situação por resolver no aeroporto de Lisboa relativamente a um visto, já que fazia escala no Canadá e não sabia que tinha de requerer tal co...







