O Município de Portimão volta a assinalar o Dia Mundial da Abelha, que se comemora nesta quarta-feira (20), com a realização de diversas atividades na Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes e nas bibliotecas escolares do concelho, no sentido de valorizar a importância da polinização para o equilíbrio do ecossistema, a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável.
Até sexta-feira (22), o apicultor e escritor Paulo Santos apresentará nas bibliotecas escolares o livro “As Aventuras da Cuscas”, que explica a vivência das abelhas em cinco histórias divertidas.
Na manhã de hoje, as equipas da Quinta Pedagógica de Portimão e da Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes, em articulação com as bibliotecas escolares, colocam no terreno a segunda Bioteca Escolar, agora na Escola Básica 1 da Mexilhoeira Grande.
Paulo Santos irá também apresentar os seus livros na Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes, a partir das 21h de sexta, sendo que, no sábado (23), pelas 10h30, a atividade será dirigida a famílias acompanhadas por crianças dos 4 aos 10 anos.
Na sessão haverá degustação de mel, hidromel e espumante de mel para que os presentes passem um serão agradável e conheçam alguns dos vários subprodutos do mel.
Alerta para a intervenção humana
A data de 20 de maio, proclamada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2017, pretende destacar a importância da polinização, sem a qual muitas das plantas não se conseguiriam reproduzir, pelo que essa função das abelhas é fundamental na preservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável.
Segundo estimativas da ONU, as várias espécies de abelhas enfrentam, atualmente, um risco 100 a 1.000 vezes superior de extinção devido ao impacto humano na natureza.
Em consequência, a flora e a fauna terrestre extinguir-se-iam e o mundo, tal como o conhecemos, desapareceria sem o papel desempenhado pelas abelhas e outros polinizadores, como borboletas, joaninhas e escaravelhos, o que confere maior relevância à efeméride, que visa alertar para a ação humana no uso e abuso de pesticidas, a que acresce a proliferação das monoculturas.
Foto: Câmara Municipal de Portimão-Direitos reservados
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