Uma questão de atitudes

Os tempos que correm são de alguma tranquilidade económica, mas vão-se avolumando as peocupações sociais. Sentem-se apreensões, talvez que motivadas também pelas notícias que nos chegam de fora de portas, ao nível internacional.

Se, por um lado, nos alivia a mente saber que os Estados Unidos e a Coreia do Norte se estão a aproximar  lemos informações de algum radicalismo político, por outro  na Europa e instabilidade nos governos do Velho Continente. Vai-nos valendo ainda o futebol, mesmo que nem pelas melhores razões mas distrai-nos. A novela sportinguista em Portugal ou as atitudes de abaixamento dos níveis de comportamentos das claques. Coisa que não é apanágio de Portugal só. No Mundial russo são inúmeras as queixas de mulheres por assédio e ambientes pouco elevados até no desempenho profissional de jornalistas, secretárias e outros trabalhos.

Outra área em que as preocupações continuam fortes é a migração de cidadãos para a Europa vindos de países africanos e asiáticos. O espírito humanitário que nos rege a todos obriga à solidariedade mas que não ponha em causa as condições dos que já por cá estão, sob pena de ninguém conseguir ajudar os que vêm.

Contudo, o mundo não está perdido. São os sinais positivos que servem para dar ânimo a que se consiga ultrapassar as crises. As virtudes que ainda estão latentes em todos nós, como a esperança, a confiança, a iniciativa para trabalhar e confiar nas instituições, porque não somos anárquicos, vão levar a que em breve tudo estabilize e as novas gerações que vão emergindo tenham um ambiente equilibrado  a rodeá-las em todos os aspetos.

Valorizemos o que há de bom!

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