Diário da Agricultura e Pescas – 24 de outubro de 2019

Estudo da Universidade de Cambridge sugere que a agricultura intensiva poderá ser menos poluente

Fonte:fitosintese.pt Associação Nacional da Indústria para a Proteção das Plantas

De acordo com um estudo da Universidade de Cambridge defende que os campos agrícolas que se rotulam mais amigos do ambiente, necessitam de mais terra e podem provocam maiores custos ambientais do que uma agricultura de elevada produtividade – intensiva. Contudo, as opiniões são de que as técnicas de agricultura intensiva implicam altos custos de poluição.

Investigadores argumentam que a agricultura de alta produtividade necessita de menos terra para produzir a mesma quantidade de alimentos. Os autores do estudo referem que esta abordagem sobrestima o seu impacto ambiental pois, na verdade, esta causa menos perdas de solo e menos consumo de água. E as estratégias de alta produtividade aconselhadas incluem: sistema de pastagens melhoradas, desenvolvimento na produção de carne, o uso de fertilizantes químicos nas culturas e a pecuária intensiva. Apesar dos cientistas considerarem que o estudo tem dados limitados e que é necessário um aprofundamento na investigação sobre os custos ambientais dos diferentes sistemas produtivos, os resultados sugerem que, utilizando as estratégias adequadas, muitos dos sistemas, tornam-se menos prejudiciais para o ambiente.

 

Nível de prontidão «muito elevado» da proteção civil mantém-se em outubro
O Ministério da Administração Interna informa que a proteção civil vai manter um nível de prontidão «muito elevado» de combate aos incêndios até ao final de outubro, estando «permanentemente ao serviço do sistema» cerca de 7600 operacionais. De acordo com o este Ministério haverá «uma prontidão muito elevada de meios aéreos» e até à data registou-se uma redução do número de ocorrências em 45%, relativamente à medida dos últimos 10 anos, e uma redução de área ardida de 66%, relativamente à média dos últimos 10 ano». 2019 registou a segunda menor área ardida e de número de ocorrências de incêndios, desde 2009.
A seca e os parasitas estão a matar os peixes do rio Guadiana

Fonte: Diário de Notícias

Segundo o presidente da Empresas de Desenvolvimento e Infraestruturas de Alqueva a seca e os parasitas estão a matar os peixes do rio Guadiana em resultado de um caudal à míngua de água e de elevadas temperaturas, que propiciam ainda condições ao desenvolvimento de cianobatérias que estão a parasitar carpas, barbos e achigãs.

A morte dos peixes no Guadiana começou por se verificar ainda em Espanha, a montante da zona da Ajuda, com o presidente da Empresas de Desenvolvimento e Infraestruturas de Alqueva a admitir que a seca também ajuda a explicar o cenário, face à diminuição dos caudais, numa altura em que os espanhóis deixaram de libertar água, perante a “mudança do ano hidrológico”, que teve lugar a 1 de outubro, no qual se estabelecem estratégias para o ano seguinte.
Programa Mar 2020 financiou 118 projectos de aquicultura sustentável

Fonte: Jornal Público

Segundo nota informativa do Ministério do Mar, o Programa Mar 2020 já financiou 3.593 os projetos na produção de peixe em regime de cativeiro, designado por aquicultura, o que envolveu um investimento de 477 milhões de euros em todo o país.

Segundo o mesmo documento, dos projetos apoiados em curso 118 são referentes à aquicultura sustentável, com um um volume de investimento de cerca de 123 milhões de euros. Assim, estima-se a criação de mais de 320 postos de trabalho e o aumento da capacidade produtiva do sector em mais de 13,8 mil toneladas. Refira-se ainda que nos fundos para o mar, Portugal apresenta uma taxa de execução de 28%, superior à média europeia que é de 24%.

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