Diário da Agricultura e Pescas – 19 de novembro de 2019

Produção de figo-da-Índia cresce e abre-se ao mercado externo

Fonte: Vida rural

De acordo com a associação portuguesa de profissionais de figo da índia que representa o setor, APROFIP em 2019, foram declaradas pelos seus 90 associados perto de 376 toneladas de fruta, que tem como destino o consumo em fresco e a transformação, quer para o mercado nacional quer para exportação.

A produção de figo-da-índia ocupa actualmente 900 hectares e está presente em quase todo o território nacional, numa faixa que começa em Castelo Branco e termina no Algarve, sendo na região sul que a cultura apresenta melhores resultados O mercado nacional absorve cerca de 30% da produção em fresco e a exportação 45 a 50%. O que resta é encaminhado para transformação e o óleo também pode ser extraído, bem como as grainhas, que resultam em produtos para a indústria cosmética de grande valor acrescentado.

 

Organização de produtores do Ribatejo: Frutalmente triplica produção de romãs

Fonte. Agricultura e Mar Atual

A época de produção a Romã é entre Setembro e Novembro. Este é um fruto nutricionalmente rico, com elevado teor de antioxidantes e muito apreciado pelos consumidores portugueses.

A Organização de Produtores Frutalmente vai triplicar a produção de romãs este ano, atingindo as 500 toneladas. Em 2018, o primeiro ano de arranque da produção, a Frutalmente colocou no mercado 200 toneladas deste fruto. Na campanha de 2019 regista-se, assim, um expressivo crescimento de 150%, tornando a Frutalmente num dos maiores produtores de romã do País, que representava em 2018 7% da produção nacional que é de duas oitocentos e oitenta e nove toneladas de acordo com o INE.

Esta organização de produtores de romãs pretende em 2020 aumentar a sua produção em mais 50%.

Material de pesca representa mais de 85% do lixo de plástico no mar

Fonte: TSF

A organização não-governamental Animal Protection calcula que as redes de pesca abandonadas matem por ano 100 mil baleias, golfinhos, focas, leões-marinhos e tartarugas. Segundo as Nações Unidas, 640 mil toneladas de material de pesca são abandonadas anualmente no mar. O material de pesca não biodegradável continua por muitos anos a capturar peixes e crustáceos, matando igualmente outros animais, como golfinhos, focas, leões marinhos e tartarugas.

 

Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens (SPPF) organiza no próximo dia 26 de novembro uma reunião sobre o tema sistemas silvo-pastoris na charneca do Tejo e Sado e Novo modelo de Passaporte Fitossanitário entra em vigor a 14 de dezembro

Fonte: Agricultura e Mar Atual 

A Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens (SPPF) organiza no próximo dia 26 de Novembro a sua Reunião de Outono subordinada ao tema “Sistemas silvo-pastoris na charneca do Tejo e Sado”, que terá lugar na Herdade da Barrosinha, em Alcácer do Sal.

A organização da Reunião conta com a colaboração da Associação dos Produtores Florestais do Vale do Sado.

A Associação Nacional dos Produtores e Comerciantes de Sementes relembra que o modelo de Passaporte Fitossanitário a utilizar no Espaço Comunitário foi sujeito a alterações dispostas no Ofício Circular n.º 29/2018 da DGAV — Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.

O novo modelo de Passaporte Fitossanitário entra em vigor a 14 de dezembro de 2019.

Assim, será actualizada a lista de espécies (culturas) para as quais a introdução ou circulação dentro do Espaço Comunitário terá que ser acompanhada por um Certificado ou Passaporte Fitossanitário.

 

 

*Artigo publicado em parceria com a Rádio Foia. O programa «Diário da Agricultura e Pescas» está no ar de segunda a sexta-feira às 7h00 e às 21h00

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