Budapeste 2017

Dias após ter regressado da Irlanda, foi tempo para nova viagem na companhia do André, da Joana e da Sandra, para mais uns dias passados juntos, desta feita, em Budapeste.

Saímos de Faro já ao final da tarde, chegando à capital húngara a meio da noite, para nos instalarmos no hostel em que havíamos reservado quarto. Aqui não houve problemas com a chegada tardia destes novos clientes já que a receção do hostel era também um bar, aberto as vinte e quatro horas do dia, sete dias por semana.

A orientação na cidade não é muito difícil com o Rio Danúbio a dividir a cidade em duas. No primeiro dia desta semana que passámos em Budapeste começámos por percorrer Buda, mais concretamente a Citadela e o Bairro do Castelo. Lá do alto da Colina Gellért a vista para a cidade tem outro encanto. Regressados a Peste para almoçar, visitámos a Basílica de Santo Estevão antes de rumar a uma instituição mais profana, um trash bar, mais concretamente o Szimpla Kert, o mais antigo dos romkocsma da cidade e com o qual este conceito de aproveitamento dos espaços urbanos devolutos ganhou vida.

No dia seguinte regressámos a Buda visitando a Igreja de São Matias e o Bastião dos Pescadores antes ir até à Ilha Margarida. No regresso, depois de conhecer a linha de metro mais antiga da Europa Continental e as exíguas composições que a percorrem, fomos até a um Cat Café, local frequentado não só por humanos como também por estes adoráveis felinos para deleite de todos nós, em especial da Joana que adora estes animais.

Iniciámos o terceiro dia indo até aos Banhos Széchenyi, contemplando a sua impressionante arquitetura, acabando por não entrar nestes que são uns dos maiores spas da Europa. Percorremos o Parque da Cidade e sentimo-nos pequenos junto das colunatas com figuras de líderes húngaros da Praça dos Heróis. Daqui até ao centro são apenas três quilómetros percorridos pela Avenida Andrássy, a mais elegante de Budapeste. Com o Cat Café fechado fomos até ao Cat Pub, a convite da Joana, neste dia em que celebrava o seu trigésimo aniversário.

Como no dia anterior não entrámos nos Banhos Széchenyi, encontrámos alternativa nuns banhos mais de bairro e sem turistas na parte sul da cidade onde passámos a manhã. Já noite fomos pela primeira vez ao Parlamento.

Depois de visitar o movimentado Mercado Central, onde almoçámos, fomos novamente ao Parlamento fazendo a viagem de volta de tram. Depois de jantar, regressando ao nosso hostel/bar já por cá se tinha instalado um grupo de amigos do País da Gales, jogadores de rugby, a festejar a despedida de solteiro de um deles. Embora dados aos exageros típicos que uma comemoração deste género envolve, a boa disposição deste grupo era invejável e não foi preciso tempo nenhum para que estivéssemos todos à conversa e a beber umas cervejas.

No nosso último dia em Budapeste regressámos ao Mercado Central, local para compra de lembranças por excelência. O final de tarde foi passado no HoBar, o nosso hostel/bar, na companhia de alguns dos hóspedes mais animados que por aqui devem ter passado. Havia quem cantasse, e até bem por sinal, quem dançasse, sempre com uma alegria contagiante, de gente que se sabe divertir.

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