32 anos de Natal!

Trinta e dois anos volvidos desde a primeira edição do Jornal de Monchique, os nossos leitores continuam a usufruir da leitura deste mensário, com regularidade e com o espírito de sempre. Contribuir para melhorar o conhecimento e o espírito crítico de quem o lê. É mesmo assim? Pelo menos a intenção é essa. Altos e baixos, mais qualidade ou menos assunto, a boa vontade e entrega de um bom grupo de pessoas, porque de bons cidadãos se trata, justificam a existência do JM. Mais de três décadas é bastante tempo. É o ciclo completo de uma geração. Realmente há colaboradores que agora escrevem ou fazem outras tarefas que nasceram já depois do início desta publicação. E os outros? Ficaram velhos? Não, nada disso. Mais maduros, talvez mais assertivos mas sem acusar a passagem do tempo, no sentido mais negativo.

Costuma dizer-se que nada acontece por acaso. Cremos nisso e sabemos que a coincidência com a quadra natalícia não foi inocente. Porque a ideia sempre foi colaborar para a implementação do espírito natalício, de cada vez que é publicado mais um número do jornal. Pretensiosismo? Um bocadinho. Consciência de algum valor acrescentado para a nossa história local?

É verdade e a continuidade é uma comprovação disso mesmo. Se natal, como dizia o poeta, é sempre que um homem quiser, o Jornal de Monchique vai renovando em cada mês, de calor ou frio, vento ou chuva, a sua mensagem e a sua função de formar, opinar e informar. Sem pretender a perfeição, que essa não existe, fica o desejo de que todos quantos o tornam uma realidade, quer na sua produção quer na sua fruição, tenham umas Boas Festas que serão sempre um pouquinho mais enriquecidas enquanto o JM existir.

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